"Que bons ventos tragam novos ares! Que a peleja sirva de aprendizado. E que a gente não deixe de ser GRATA nunca. Amém."
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06/12/2013
16/06/2013
14/06/2013
Te pergunto: por que não conjugamos a vida de
uma forma diferente só pra variar? Eu gosto da ideia. Nosso tempo
depende de nós. Não vou dizer: nós poderíamos. Muito menos: se nós
pudéssemos. Isso é celebrar o medo. Conjugar o verbo desistir, que já
foi tirado da lista. E – cá pra nós – a gente não vai desistir. A gente
não desiste. (Não tão fácil). Eu sei que dá vontade. Eu sei que ninguém
acorda feliz todo dia. Mas nós precisamos. Eles precisam. Eu preciso.
Preciso acordar e acreditar. Entende?
Por isso, pelo menos hoje, vamos fazer um trato. (Quem sabe a gente se acostuma?). Vamos esquecer os passados-perfeitos. Vamos parar de pensar no futuro-mais-que-perfeito que você (nem eu) conseguimos enxergar. Vamos olhar o outro que está ao nosso lado, abrir o coração e dizer com toda a cara de pau do mundo: nós podemos. E ponto final!
Por isso, pelo menos hoje, vamos fazer um trato. (Quem sabe a gente se acostuma?). Vamos esquecer os passados-perfeitos. Vamos parar de pensar no futuro-mais-que-perfeito que você (nem eu) conseguimos enxergar. Vamos olhar o outro que está ao nosso lado, abrir o coração e dizer com toda a cara de pau do mundo: nós podemos. E ponto final!
23/05/2013
14/05/2013
"Homem que é homem tem que ter coragem. Coragem pra ser homem. Coragem pra assumir seus defeitos. Coragem pra mostrar suas fragilidades. Coragem até pra terminar um namoro. Ah, me poupem! É muita covardia pra minha cabeça! Você olha e lá estão eles: governando empresas, liderando revoluções, resolvendo questões impossíveis, escalando montanhas, desafiando a ciência e a tecnologia… Mas é só o relacionamento esfriar, a dúvida aparecer e… cadê? Eles viram covardes. Se retraem. Somem. Camuflam o medo com frieza e indiferença...Qual é o sexo frágil mesmo?
Rapazes, ouçam bem! Preferimos mil vezes que vocês digam (sem muitos rodeios) que estão cansados. Que não nos querem mais. A cair no clichê mais manjado do mundo: o do homem distante. (Existe coisa mais angustiante que isso?). É um tal de não dar notícia. Desmarcar encontros. Inventar desculpas. Dizer que não tem dinheiro…Quando vejo uma situação dessas, penso logo de cara: eles estão subestimando a nossa inteligência?
Agora descobri que não. Eles estão apenas escondendo o medo absurdo que eles têm da gente. Medo da nossa reação. Medo da gente chorar. Rodar a baiana. E afogar o poodle da mãe deles na panela de água fervente. Eu, por exemplo, nunca afoguei o poodle de ninguém. E aceito passivamente quando um cara termina comigo. Mas se um sujeito começa a fazer hora pra eu perceber suas intenções de fuga… Ai, meu bem, já era… Gosto de palavras na cara. De frases que doem. De verdades ditas (benditas!). Sou prática em determinadas questões: ou você quer ou não. Acho um stress ficar pensando que, se o cara está distante, é por minha causa. Ou por causa do trabalho. Da família. O que for… Então, não me peçam para ler sinais. (Estou cansada disso!). Me escrevam um bilhete num post-it, eu prefiro. É muito melhor do que ficar no vácuo.
Nós – mulheres românticas e sonhadoras – também sabemos ser objetivas. Não gostamos de perder tempo. Nem queremos queimar nossos neurônios tentando adivinhar o que – na verdade – esses belos moços querem.
Francamente, rapazes! Foram VOCÊS que nasceram com culhões. Não é possível que se tornem assim… tão bananas…Eu sei, eu sei. Estou pegando pesado hoje. Homens têm dificuldade em lidar com as emoções. Com nossa instabilidade emocional. E mesmo assim, continuam sendo fofos (quando querem). E insubstituíveis (quando queremos).
Rapazes, ouçam bem! Preferimos mil vezes que vocês digam (sem muitos rodeios) que estão cansados. Que não nos querem mais. A cair no clichê mais manjado do mundo: o do homem distante. (Existe coisa mais angustiante que isso?). É um tal de não dar notícia. Desmarcar encontros. Inventar desculpas. Dizer que não tem dinheiro…Quando vejo uma situação dessas, penso logo de cara: eles estão subestimando a nossa inteligência?
Agora descobri que não. Eles estão apenas escondendo o medo absurdo que eles têm da gente. Medo da nossa reação. Medo da gente chorar. Rodar a baiana. E afogar o poodle da mãe deles na panela de água fervente. Eu, por exemplo, nunca afoguei o poodle de ninguém. E aceito passivamente quando um cara termina comigo. Mas se um sujeito começa a fazer hora pra eu perceber suas intenções de fuga… Ai, meu bem, já era… Gosto de palavras na cara. De frases que doem. De verdades ditas (benditas!). Sou prática em determinadas questões: ou você quer ou não. Acho um stress ficar pensando que, se o cara está distante, é por minha causa. Ou por causa do trabalho. Da família. O que for… Então, não me peçam para ler sinais. (Estou cansada disso!). Me escrevam um bilhete num post-it, eu prefiro. É muito melhor do que ficar no vácuo.
Nós – mulheres românticas e sonhadoras – também sabemos ser objetivas. Não gostamos de perder tempo. Nem queremos queimar nossos neurônios tentando adivinhar o que – na verdade – esses belos moços querem.
Francamente, rapazes! Foram VOCÊS que nasceram com culhões. Não é possível que se tornem assim… tão bananas…Eu sei, eu sei. Estou pegando pesado hoje. Homens têm dificuldade em lidar com as emoções. Com nossa instabilidade emocional. E mesmo assim, continuam sendo fofos (quando querem). E insubstituíveis (quando queremos).
20/02/2013
"Sinto dizer: desapontar pessoas faz tão parte da vida quanto tomar café.
Leio e releio esta frase e engulo seco. Minha alma está de dieta. Não
cabe em mim o peso de mais uma cara amarrada. Decepções não acontecem
porque deixamos de fazer alguma coisa para alguém ou porque não somos
como a imagem que projetaram de nós. A
verdade é que as pessoas (nas quais me incluo) não sabem o que querem
de si mesmas e jogam suas frustrações nas costas do outro. Em
cima de alguém que obrigatoriamente deveria ter a resposta. Mentira
minha? Não creio. E não há resposta na última página, sua verdade não
está em ninguém (a não ser em você mesma), a decepção te engole, a culpa
inflama, dias e noites são perdidos por emoções não conferidas no
guichê. Vamos simplificar? Pegue a senha e aguarde. Pessoas sempre se
decepcionarão com você. Pessoas sempre se apaixonarão por você. O
importante é: não permita nunca que VOCÊ se decepcione, pois só VOCÊ tem
o poder de fazer isso."
Fernanda Mello
11/01/2013
04/10/2012
16/07/2012
Ah, para tudo! Se é pra viver, vamos viver direito. Com conteúdo. Troque
o verbo, mude a frase, inverta a culpa. O sujeito da oração é você. A
história é sua, mãos à obra! Melhore aquele capítulo, jogue fora o que
não cabe mais, embole a tristeza, o medo, aceite seus erros,
reescreva-se. Republique-se.
13/07/2012
22/05/2012
29/04/2012
28/04/2012
“… Se eu gostar de você tenha a gentileza de não me deixar tão solta.
Não me pergunte aonde vou, mas me peça pra voltar. Sou fácil de ler, mas
não tente descobrir porque o mesmo refrão insiste em tocar tanto. Se eu
gostar de você, tenha a delicadeza de também gostar de mim. E me deixe
ser, assim, exatamente como eu sou...”
25/04/2012
Se é pra viver, vamos viver direito. Com conteúdo.Troque o verbo, mude a frase, inverta a culpa. O sujeito da oração é você.A história é sua, mãos à obra! Melhore aquele capítulo, jogue fora o que não cabe mais, embole o medo, aceite seus erros, reescreva-se. Republique-se. E transforme - se na melhor edição feita de você.
20/04/2012
"Dizem que a gente tem o que precisa. Não o que a gente quer. Tudo bem.
Eu não preciso de muito. Eu não quero muito. Eu quero mais. Mais paz.
Mais saúde. Mais dinheiro. Mais poesia. Mais verdade. Mais harmonia.
Mais noites bem dormidas. Mais noites em
claro. Mais eu. Mais você. Mais sorrisos, beijos e aquela rima grudada
na boca. Eu quero nós. Mais nós. Grudados. Enrolados. Amarrados. Jogados
no tapete da sala. Nós que não atam nem desatam. Eu quero pouco e quero
mais. Quero você. Quero eu. Quero domingos de manhã. Quero cama
desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo. Quero seu
cheiro. Quero aquele olhar que não cansa, o desejo que escorre pela boca
e o minuto no segundo seguinte. Eu quero e preciso. Querer mais é pedir
muito?
20/03/2012
Não sou boa com números. Com frases-feitas. E com morais de história. Gosto do que me tira o fôlego. Venero o improvável. Almejo o quase impossível. Meu coração é livre, mesmo amando tanto. Tenho um ritmo que me complica. Uma vontade que não passa. Uma palavra que nunca dorme. Quer um bom desafio? Experimente gostar de mim. Não sou fácil. Não coleciono inimigos. Quase nunca estou pra ninguém. Mudo de humor conforme a lua. Me irrito fácil. Me desinteresso à toa. Tenho o desassossego dentro da bolsa. E um par de asas que nunca deixo. Às vezes, quando é tarde da noite, eu viajo. E - sem saber - busco respostas que não encontro aqui. Ontem, eu perdi um sonho. E acordei chorando, logo eu que adoro sorrir... Mas não tem nada, não. Bonito mesmo é essa coisa da vida: um dia, quando menos se espera, a gente se supera. E chega mais perto de ser quem - na verdade - a gente é.
07/03/2012
01/03/2012

Eu já passei da idade de ter um tipo físico de homem ideal para eu me relacionar. Antes, só se fosse estranho (bem estranho). Tivesse um figurino perturbado. Gostasse de rock mais que tudo. Tivesse no mínimo um piercing (e uma tatuagem gigante). Soubesse tocar algum instrumento. E usasse All Star. Uma coisa meio Dave Grohl. Hoje em dia eu continuo insistindo no quesito All Star e rock´n roll, mas confesso que muita coisa mudou. É, pessoal, não tem jeito. Relacionamento a gente constrói. Dia após dia. Dosando paciência, silêncios e longas conversas. Engraçado que quando a gente pára de acreditar em “amor da vida”, um amor pra vida da gente aparece. Sem o glamour da alma gêmea. Sem as promessas de ser pra sempre. Sem borboletas no estômago. Sem noites de insônia. É uma coisa simples do tipo: você conhece o cara. Começa, aos poucos, a admirá-lo. A achá-lo foda. E, quando vê, você tá fazendo coraçãozinho com a mão igual uma pangaré. (E escrevendo textos no blog para que ele entenda uma coisa: dessa vez, meu caro, é diferente). Adeus expectativas irreais, adeus sonhos de adolescente. Ele vai esquecer todo mês o aniversário de namoro, mas vai se lembrar sempre que você gosta do seu pão-de-sal bem branco (e com muito queijo). Ele não vai fazer declarações românticas e jantares à luz de vela, mas vai saber que você está de TPM no primeiro “Oi”, te perdoando docemente de qualquer frase dita com mais rispidez. Ah, gente, sei lá. Descobri que gosto mesmo é do tal amor. DA PAIXÃO, NÃO. Depois de anos escrevendo sobre querer alguém que me tire o chão, que me roube o ar, venho humildemente me retificar. EU QUERO ALGUÉM QUE DIVIDA O CHÃO COMIGO. QUERO ALGUÉM QUE ME TRAGA FÔLEGO. Entenderam? Quero dormir abraçada sem susto. Quero acordar e ver que (aconteça o que acontecer), tudo vai estar em seu lugar. Sem ansiedades. Sem montanhas-russas. Antes eu achava que, se não tivesse paixão, eu iria parar de escrever, minha inspiração iria acabar e meus futuros livros iriam pra seção B da auto-ajuda, com um monte de margaridinhas na capa. Mas, caramba! Descobri que não é nada disso. Não existe nada mais contestador do que amar uma pessoa só. Amar é ser rebelde. É atravessar o escuro. É, no meu caso, mudar o conceito de tudo o que já pensei que pudesse ser amor. Não, antes era paixão. Antes era imaturidade. Antes era uma procura por mim mesma que não tinha acontecido. Sei que já falei muito sobre amor, acho que é o grande tema da vida da gente. Mas amor não é só poesia e refrão. Amor é reconstrução.É ritmo. Pausas. Desafinos. E desafios. Demorei anos pra concordar com meu querido Cazuza: “eu quero um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida”. Antes, ao ouvir essa música, eu sempre pensava (e não dizia): porra, que tédio! Ah, Cazuza! Ele sempre soube. Paixão é para os fracos. Mas amar - ah, o amor! - AMAR É PUNK.
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